Conheça a trajetória de quem vive a UEL de perto.
Sou farmacêutica-bioquímica, mestre e doutora pela UEL, e mãe da Maria Eduarda e da Maria Luiza. Docente desde 2006, atualmente dirijo o Centro de Ciências da Saúde (2022-2026).
Construí minha trajetória dentro da universidade, atuando no ensino, na pesquisa e na gestão, conhecendo de perto seus desafios acadêmicos e institucionais.
Acredito que a UEL precisa avançar com competência, coragem e planejamento, fortalecendo o ensino, valorizando as pessoas e modernizando a gestão sem abrir mão de sua identidade pública.
Advogado e pesquisador em Direito Constitucional, docente da UEL desde 2006 e atualmente diretor do Centro de Estudos Sociais Aplicados (2022-2026).
Ao longo da minha trajetória, atuei em coordenação, chefia de departamento, Comitê de Ética e instâncias de governança, sempre pautado pelo diálogo, transparência e responsabilidade institucional. Sou pai do Bento, de quatro anos, e acredito que cuidar das pessoas também faz parte da liderança.
A UEL precisa avançar na modernização de sua estrutura, fortalecer seus órgãos de apoio e enfrentar com responsabilidade os desafios da LGU, aproximando a universidade da sociedade.
Estou preparado para contribuir, ao lado da reitora, com uma gestão firme, responsável e voltada para um futuro mais forte e humano.
Integração entre graduação e permanência estudantil, com acompanhamento acadêmico e revisão de normas para maior flexibilidade. Sempre valorizando a pesquisa e extensão criando caminhos de incentivo para a continuidade da vida acadêmica.
Valorização dos servidores como sujeitos centrais com gestão humanizada, participativa e transparente. Promoção da saúde e fortalecimento do protagonismo estudantil por meio da escuta ativa e integração das políticas de permanência.
Implantação de uma cultura baseada em dados e tecnologia. Planejamento participativo com respeito à autonomia dos Centros. Simplificação de processos administrativos, organização de fluxos e fortalecimento da eficiência jurídica.
Promoção de direitos humanos, diversidade e enfrentamento de desigualdades. Estruturação de fluxos de atendimento e implementação de uma política de comunicação estratégica que amplie a conexão da UEL com a sociedade.
Consolidar a Política Institucional de Graduação com modernização curricular, integração entre ensino, pesquisa, extensão e inovação, e apoio estruturado aos cursos.
Fortalecer a ciência com estrutura, transparência e menos burocracia, ampliando o apoio à captação de recursos e à iniciação científica.
Elevar a UEL a novos patamares de reconhecimento nacional e internacional, com base sólida e planejamento estratégico.
Fazer da UEL protagonista do desenvolvimento regional e da transformação social. Com fortalecimento da curricularização.
Gestão democrática, técnica e transparente, com respeito ao Estatuto e ao Regimento da UEL. Desburocratização responsável.
Fortalecimento da permanência estudantil com avaliação baseada em evidências e ampliação planejada de bolsas.
Protocolo institucional de acolhimento, rede de prevenção, capacitação docente, apoio pedagógico estruturado, tutoriais e monitorias.
Monitoramento da demanda do RU, ampliação da moradia, política de mobilidade e atualização do plano de acessibilidade.
Cuidado com pessoas e compromisso com a missão pública
PLANO DE GESTÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA 2026-2030
Gestão estratégica, cuidado com pessoas e compromisso com a missão pública da Universidade.
Este Plano de Gestão é resultado de uma construção coletiva, fundamentada na escuta ativa da comunidade universitária gestores, docentes, agentes universitários e estudantes e na experiência acadêmica e administrativa de quem conhece profundamente a Universidade Estadual de Londrina. Não se trata de um documento de intenções genéricas, mas de um projeto institucional consistente, factível e responsável, que articula missão acadêmica, gestão estratégica e cuidado com as pessoas. Acreditamos que a UEL precisa avançar com planejamento, diálogo e coragem para enfrentar seus desafios, fortalecendo a graduação, a extensão, a formação docente, a permanência estudantil e a governança institucional. Este plano expressa um compromisso claro com a universidade pública: democrática, socialmente referenciada, academicamente qualificada e administrativamente competente.
Este Plano de Gestão foi concebido a partir de uma visão clara de Universidade Pública: autônoma, democrática, socialmente responsável e academicamente comprometida com a excelência. A Universidade Estadual de Londrina ocupa papel estratégico no desenvolvimento regional, na produção de conhecimento, na formação de profissionais qualificados e na transformação social. Assumir a condução da UEL exige mais do que intenções ou discursos genéricos. Exige projeto, experiência e capacidade de gestão. O presente Plano de Gestão expressa um compromisso com o futuro da instituição, articulando responsabilidade administrativa, cuidado com as pessoas e defesa intransigente da universidade pública.
O Plano de Gestão 2026-2030 foi estruturado com base em diretrizes políticas e estratégicas claramente definidas, que orientam todas as propostas apresentadas. Entre essas diretrizes, destacam-se a valorização da gestão democrática, a recuperação da autonomia institucional, a modernização responsável da administração universitária e o fortalecimento da relação da UEL com a sociedade. A proposta rejeita improvisações e soluções simplistas. Cada eixo do plano foi construído considerando viabilidade institucional, segurança jurídica e impacto real na vida acadêmica e administrativa da Universidade.
A gestão estratégica adotada neste Plano parte do entendimento de que pessoas e processos são indissociáveis. Não há excelência acadêmica sem servidores valorizados, ambientes de trabalho saudáveis e processos administrativos eficientes. O Plano propõe desburocratização responsável, qualificação de fluxos, uso estratégico de dados e tecnologia e fortalecimento das instâncias acadêmicas. A centralidade das pessoas se expressa na valorização de docentes, agentes universitários, técnicos administrativos e estudantes, reconhecendo-os como sujeitos ativos da Universidade.
A elaboração deste Plano de Gestão está ancorada em sólida experiência acadêmica e administrativa. A proposta reflete vivência concreta na gestão universitária, conhecimento profundo dos desafios institucionais e atuação direta em espaços decisórios da UEL. Essa experiência permite apresentar soluções realistas, factíveis e juridicamente seguras, distanciando o Plano de discursos genéricos e aproximando-o da prática cotidiana da Universidade.
O Plano de Gestão 2026-2030 é resultado de um amplo processo de escuta ativa da comunidade universitária. Ao longo de sua construção, foram ouvidos gestores, docentes, agentes universitários, técnicos administrativos e estudantes, em diferentes espaços formais e informais de diálogo. As propostas aqui apresentadas refletem demandas reais, preocupações concretas e sugestões vindas daqueles que vivenciam diariamente a Universidade.
Este Plano de Gestão expressa uma proposta madura, responsável e comprometida com o futuro da Universidade Estadual de Londrina. Trata-se de um projeto que combina visão estratégica, experiência administrativa, sensibilidade acadêmica e compromisso com as pessoas. A UEL que propomos é uma universidade que cuida de quem a constrói, qualifica seus processos, valoriza o conhecimento e fortalece sua presença na sociedade.
Sumário: 1. Contextualização e papel estratégico da graduação | 2. Princípios orientadores da Política Institucional de Graduação | 3. Diagnóstico institucional da graduação na UEL | 4. Diretrizes e propostas estruturantes | 5. Governança acadêmica e articulação institucional | 6. Quadro-síntese das propostas do capítulo | 7. Integração das propostas com o PDI e os ODS | 8. Fechamento político-institucional
A graduação constitui o núcleo central da missão da Universidade Estadual de Londrina. É por meio dela que a Universidade se conecta de forma mais direta com a sociedade, formando profissionais, cidadãos críticos e sujeitos comprometidos com o desenvolvimento regional e nacional. Uma Política Institucional de Graduação clara e consistente é condição essencial para assegurar qualidade acadêmica, coerência pedagógica e estabilidade institucional, especialmente em um contexto de desafios orçamentários, transformações sociais e crescentes demandas por inclusão e permanência.
A Política Institucional de Graduação da UEL fundamenta-se em princípios que expressam o compromisso com a universidade pública, democrática e socialmente referenciada:
A UEL apresenta tradição reconhecida na oferta de cursos de graduação, com diversidade de áreas do conhecimento e impacto significativo na formação profissional da região. No entanto, persistem desafios institucionais que exigem enfrentamento estruturado. Entre os principais desafios destacam-se a fragmentação de políticas acadêmicas, a sobrecarga burocrática imposta aos colegiados, a necessidade de fortalecimento da permanência estudantil e a ausência de uma política institucional de graduação explicitada de forma sistemática. Esses elementos reforçam a importância de uma política que organize, integre e dê sentido estratégico às ações já existentes.
A Política Institucional de Graduação propõe diretrizes que orientam decisões acadêmicas, pedagógicas e administrativas, respeitando a diversidade dos cursos e a autonomia universitária. Entre as diretrizes estruturantes destacam-se:
A governança da Política Institucional de Graduação deve ser colegiada, democrática e articulada entre as diferentes instâncias acadêmicas. O papel da administração superior é criar condições para que decisões sejam tomadas no nível em que o conhecimento está. Cabe à PROGRAD a coordenação técnica da política, assegurando apoio, orientação e coerência institucional, sem centralizar excessivamente decisões que são de natureza acadêmica.
Assumir uma Política Institucional de Graduação é afirmar que a UEL tem projeto, direção e responsabilidade com a formação que oferece. É reconhecer que a excelência acadêmica exige planejamento, diálogo e compromisso permanente com estudantes, docentes e com a sociedade.
Sumário: 1. A graduação e a permanência como dimensões indissociáveis | 2. Princípios orientadores da política de permanência e trajetória acadêmica | 3. Diagnóstico institucional da permanência na UEL | 4. Desafios contemporâneos da trajetória acadêmica | 5. Diretrizes e propostas estruturantes para a PROGRAD | 6. Articulação institucional e governança da política | 7. Quadro-síntese das propostas do capítulo | 8. Integração das propostas com o PDI e os ODS | 9. Fechamento político-institucional
A democratização do acesso ao ensino superior público impõe às universidades o desafio de ir além do ingresso. Garantir permanência e trajetórias acadêmicas possíveis tornou-se condição central para a efetivação do direito à educação superior. Neste contexto, a graduação não pode ser pensada de forma dissociada das condições objetivas e subjetivas que permitem ao estudante permanecer, aprender e concluir sua formação. A permanência é, portanto, dimensão estruturante da qualidade acadêmica.
A política de graduação orientada para a permanência e a trajetória acadêmica se fundamenta em princípios que reafirmam o compromisso da UEL com a inclusão, a equidade e a excelência:
A Universidade Estadual de Londrina apresenta histórico relevante de políticas de acesso e ações de apoio estudantil. No entanto, os dados institucionais e a escuta da comunidade evidenciam fragilidades persistentes na permanência e na conclusão dos cursos de graduação. Entre os fatores críticos identificados estão dificuldades socioeconômicas, lacunas de formação prévia, sobrecarga acadêmica, problemas de saúde mental, rigidez curricular e processos administrativos pouco sensíveis às trajetórias reais dos estudantes. O diagnóstico indica a necessidade de uma política institucional integrada, que supere ações fragmentadas e responda de forma sistêmica aos desafios da permanência.
As trajetórias acadêmicas contemporâneas são marcadas por complexidade crescente. Estudantes ingressam na universidade com perfis diversos, responsabilidades familiares, demandas de trabalho e experiências educacionais heterogêneas. A rigidez de normas acadêmicas, a fragmentação curricular e a ausência de mecanismos institucionais de acompanhamento ampliam o risco de evasão, retenção e sofrimento acadêmico. Reconhecer esses desafios é condição para a construção de políticas que respeitem o tempo, a realidade e a dignidade dos estudantes.
A atuação da PROGRAD deve estar orientada por diretrizes que promovam a permanência e a qualificação das trajetórias acadêmicas, em articulação com colegiados, centros de estudo e demais instâncias institucionais. Entre as propostas estruturantes destacam-se:
A governança da política de graduação e permanência exige articulação clara entre PROGRAD, colegiados de curso, centros de estudo e instâncias responsáveis por políticas estudantis. Cabe à PROGRAD exercer coordenação técnica e articuladora, promovendo diálogo institucional e evitando sobreposição de ações, sem comprometer a autonomia acadêmica dos cursos.
Tratar a permanência e a trajetória acadêmica como dimensões centrais da graduação é reafirmar o compromisso da UEL com a inclusão, a justiça social e a qualidade do ensino. Uma universidade pública forte é aquela que garante não apenas o acesso, mas condições reais para que seus estudantes permaneçam, aprendam e concluam sua formação.
Sumário: 1. Extensão universitária como missão institucional | 2. Princípios orientadores da política de extensão da UEL | 3. Diagnóstico institucional da extensão universitária | 4. Extensão curricularizada e integração ensino-pesquisa-extensão | 5. Relação com a sociedade, inovação social e governança territorial | 6. Diretrizes e propostas estruturantes para a PROEX | 7. Governança e articulação institucional da extensão | 8. Quadro-síntese das propostas do capítulo | 9. Integração das propostas com o PDI e os ODS | 10. Fechamento político-institucional
A extensão universitária constitui dimensão indissociável da missão da Universidade Estadual de Londrina. Por meio da extensão, a Universidade se conecta diretamente com a sociedade, compartilha conhecimentos, escuta demandas sociais e reafirma seu compromisso público. Este Plano de Gestão compreende a extensão não como atividade acessória, mas como eixo estruturante da formação acadêmica, da produção de conhecimento e da responsabilidade social da UEL.
A política de extensão da UEL deve se orientar por princípios que assegurem coerência institucional, impacto social e integração acadêmica:
A UEL apresenta histórico significativo de projetos, programas e ações de extensão, com forte inserção regional. No entanto, a extensão ainda enfrenta desafios estruturais que limitam seu potencial formativo e institucional. Entre os principais desafios identificados estão a fragmentação das ações, a sobreposição de procedimentos administrativos, a baixa integração com os cursos de graduação e a necessidade de maior reconhecimento institucional da extensão. O diagnóstico aponta para a urgência de consolidar uma política institucional de extensão mais clara, integrada e estrategicamente orientada.
A curricularização da extensão representa oportunidade estratégica para fortalecer a formação acadêmica e aproximar a Universidade das demandas sociais. No entanto, sua implementação exige clareza conceitual, apoio institucional e respeito à autonomia dos cursos. O Plano defende uma extensão curricularizada que dialogue com os Projetos Pedagógicos de Curso, evitando burocratização excessiva e assegurando sentido pedagógico às atividades.
A relação da UEL com a sociedade deve ser pautada pelo diálogo permanente, pela escuta das demandas sociais e pela construção de soluções compartilhadas. A extensão universitária é espaço privilegiado para inovação social, especialmente em áreas como saúde, educação, cultura, direitos humanos e desenvolvimento territorial. O Plano reconhece o papel estratégico da UEL nas governanças locais e regionais, fortalecendo sua presença institucional sem comprometer a autonomia universitária.
A atuação da PROEX deve estar orientada por diretrizes que promovam integração, simplificação administrativa e fortalecimento institucional da extensão. Entre as propostas estruturantes destacam-se:
A governança da extensão universitária deve ser colegiada, transparente e articulada entre PROEX, centros de estudo, colegiados de curso e instâncias institucionais. Cabe à PROEX exercer coordenação técnica e estratégica, garantindo apoio às ações extensionistas e evitando centralizações excessivas.
Fortalecer a extensão universitária é reafirmar o compromisso da UEL com a sociedade que a sustenta. Uma universidade pública relevante é aquela que escuta, dialoga, compartilha conhecimentos e constrói soluções coletivas para os desafios sociais.
Sumário: 1. As licenciaturas como missão estratégica da universidade pública | 2. Princípios orientadores da política institucional de licenciaturas | 3. Diagnóstico institucional das licenciaturas na UEL | 4. Formação docente, identidade e qualidade acadêmica | 5. Articulação com a educação básica e compromisso social | 6. Estágios, práticas pedagógicas e extensão | 7. Governança e articulação institucional das licenciaturas | 8. Quadro-síntese das propostas do capítulo | 9. Integração das propostas com o PDI e os ODS | 10. Fechamento político-institucional
As licenciaturas ocupam posição central na missão da Universidade Estadual de Londrina enquanto instituição pública comprometida com a formação de professores e com a qualidade da educação básica. Formar docentes é um compromisso estratégico, social e político, que impacta diretamente o desenvolvimento regional e nacional. Este Plano de Gestão reconhece as licenciaturas como cursos estruturantes do projeto de universidade, que demandam políticas institucionais específicas, valorização acadêmica e articulação permanente com as redes de ensino.
A política institucional de licenciaturas da UEL deve se orientar por princípios que assegurem qualidade formativa, identidade institucional e compromisso social:
A UEL possui trajetória histórica relevante na formação de professores, com cursos de licenciatura em diferentes áreas do conhecimento. Apesar dessa tradição, as licenciaturas enfrentam desafios estruturais que exigem enfrentamento institucional. Entre os principais desafios identificados estão a desvalorização simbólica desses cursos, a fragmentação entre formação específica e pedagógica, dificuldades na organização dos estágios e práticas pedagógicas, além de desafios relacionados à permanência estudantil. O diagnóstico aponta para a necessidade de uma política institucional clara, integrada e sustentável para as licenciaturas.
A formação docente de excelência pressupõe identidade institucional clara das licenciaturas. Isso implica reconhecer suas especificidades, garantir coerência curricular e assegurar condições acadêmicas adequadas para docentes e estudantes. O Plano propõe fortalecer os Projetos Pedagógicos de Curso das licenciaturas, promover integração entre teoria e prática e estimular abordagens pedagógicas alinhadas às demandas contemporâneas da educação.
A articulação com a educação básica é elemento central da política de licenciaturas. A Universidade deve manter diálogo permanente com escolas, redes públicas de ensino e secretarias de educação, contribuindo para a qualificação da formação inicial de professores. Essa articulação fortalece estágios, práticas pedagógicas, projetos de extensão e inovação social, aproximando a UEL das realidades educacionais.
Os estágios supervisionados e as práticas pedagógicas constituem eixo estruturante das licenciaturas. O Plano defende organização institucional que assegure qualidade, acompanhamento docente e integração com a extensão universitária. A extensão, enquanto dimensão formativa, deve contribuir para aproximar universidade e escola, fortalecendo a formação docente e o compromisso social da UEL.
A governança das licenciaturas deve ser colegiada, articulada e democrática, envolvendo colegiados de curso, centros de estudo, PROGRAD, PROEX e instâncias relacionadas à formação docente. A articulação institucional é condição essencial para políticas consistentes e duradouras, respeitando a autonomia acadêmica e fortalecendo o papel dos colegiados.
Defender as licenciaturas é defender a escola pública, a formação de professores e o futuro da educação. A UEL reafirma, por meio deste Plano, seu compromisso histórico com a formação docente de qualidade e com a transformação social.
Sumário: 1. Planejamento institucional como eixo estruturante da gestão | 2. Diretrizes para uma cultura institucional de planejamento | 3. Diagnóstico do planejamento e uso de dados na UEL | 4. Avaliação institucional e tomada de decisão qualificada | 5. Integração entre planejamento, orçamento e prioridades acadêmicas | 6. Diretrizes e propostas estruturantes para a PROPLAN | 7. Governança, transparência e uso público da informação | 8. Quadro-síntese das propostas do capítulo | 9. Integração das propostas com o PDI e os ODS | 10. Fechamento político-institucional
O planejamento institucional é condição indispensável para uma gestão universitária responsável, transparente e orientada por prioridades claras. Em universidades públicas, planejar não significa engessar a autonomia acadêmica, mas garantir coerência entre missão, decisões e uso de recursos. Este Plano de Gestão parte do entendimento de que a ausência de planejamento integrado fragiliza a tomada de decisão, amplia desigualdades internas e compromete a capacidade da instituição de responder aos desafios contemporâneos.
A construção de uma cultura institucional de planejamento exige mudança de práticas, valorização do uso de dados e fortalecimento das instâncias acadêmicas e administrativas. Entre as diretrizes centrais estão:
A UEL dispõe de informações institucionais relevantes, produzidas por diferentes setores. Entretanto, essas informações ainda são pouco integradas aos processos decisórios. Observa-se fragmentação entre planejamento, orçamento e avaliação, além de baixa institucionalização do uso de dados para definição de prioridades. O diagnóstico evidencia a necessidade de fortalecer a PROPLAN como instância estratégica, capaz de articular dados, planejamento e avaliação institucional.
A avaliação institucional deve ser compreendida como instrumento de qualificação da gestão e da vida acadêmica, e não como mecanismo punitivo ou meramente burocrático. Avaliar significa produzir informações confiáveis que subsidiem decisões, orientem prioridades e promovam melhorias contínuas nos processos acadêmicos e administrativos.
Planejamento institucional eficaz exige articulação direta com o orçamento e com as prioridades acadêmicas definidas coletivamente. O Plano defende maior coerência entre planejamento estratégico, execução orçamentária e decisões acadêmicas, assegurando transparência e racionalidade no uso dos recursos públicos.
A PROPLAN deve atuar como instância técnica e estratégica, apoiando a gestão superior, centros de estudo e conselhos na tomada de decisão. Entre as propostas estruturantes destacam-se:
A governança institucional exige transparência, clareza de critérios e acesso público às informações relevantes. A PROPLAN deve contribuir para uma gestão mais aberta, fortalecendo a confiança da comunidade universitária e da sociedade.
Planejar é assumir responsabilidade com o presente e com o futuro da Universidade. Ao fortalecer o planejamento, o uso de dados e a avaliação institucional, a UEL avança em direção a uma gestão mais justa, transparente e comprometida com sua missão pública.
Sumário: 1. Pessoas como eixo estratégico da universidade pública | 2. Princípios orientadores da política de gestão de pessoas | 3. Diagnóstico institucional da gestão de pessoas na UEL | 4. Valorização, desenvolvimento e condições de trabalho | 5. Processos, saúde institucional e clima organizacional | 6. Diretrizes e propostas estruturantes para a PRORH | 7. Governança e articulação institucional da gestão de pessoas | 8. Quadro-síntese das propostas do capítulo | 9. Integração das propostas com o PDI e os ODS | 10. Fechamento político-institucional
A Universidade Estadual de Londrina é construída diariamente pelo trabalho de docentes, agentes universitários e técnicos administrativos. Reconhecer as pessoas como eixo estratégico da gestão é condição indispensável para a qualidade acadêmica, a eficiência administrativa e a sustentabilidade institucional. Este Plano de Gestão parte da premissa de que não há excelência acadêmica sem valorização das pessoas, ambientes de trabalho saudáveis e processos de gestão humanizados.
A política de gestão de pessoas da UEL deve ser orientada por princípios que combinem responsabilidade institucional, valorização profissional e respeito à diversidade:
A gestão de pessoas na UEL enfrenta desafios históricos relacionados à complexidade das carreiras, às restrições orçamentárias e à sobrecarga administrativa. A escuta da comunidade evidencia demandas por maior clareza nos processos, valorização profissional, qualificação das condições de trabalho e fortalecimento de políticas institucionais de desenvolvimento e cuidado com as pessoas. O diagnóstico aponta para a necessidade de uma PRORH com atuação estratégica, integrada e orientada para pessoas e processos.
Valorizar pessoas implica reconhecer trajetórias, investir em desenvolvimento profissional e assegurar condições dignas de trabalho. O Plano defende políticas institucionais que promovam capacitação contínua, reconhecimento profissional, equilíbrio entre demandas e condições de trabalho e respeito às especificidades das diferentes categorias de servidores.
Processos excessivamente burocráticos impactam diretamente a saúde institucional e o clima organizacional. A gestão de pessoas deve atuar de forma integrada à modernização administrativa, promovendo fluxos mais claros, ágeis e humanizados. Cuidar das pessoas também significa cuidar dos processos, prevenindo adoecimento, conflitos institucionais e sobrecargas desnecessárias.
A PRORH deve ser reposicionada como instância estratégica de gestão de pessoas, superando uma atuação meramente operacional. Entre as diretrizes e propostas estruturantes destacam-se:
A governança da gestão de pessoas deve ser integrada, transparente e dialogada, envolvendo PRORH, administração superior, centros de estudo e representações institucionais. A articulação institucional fortalece políticas consistentes e evita decisões fragmentadas, assegurando legitimidade e sustentabilidade às ações.
Cuidar das pessoas é cuidar da Universidade. Uma gestão que valoriza servidores, qualifica processos e promove ambientes de trabalho saudáveis constrói bases sólidas para uma UEL mais forte, humana e comprometida com sua missão pública.
Sumário: 1. Comunicação institucional como eixo estratégico de gestão | 2. Princípios orientadores da política de comunicação da UEL | 3. Diagnóstico da comunicação institucional e da imagem pública | 4. Comunicação interna, pertencimento e fluxo de informações | 5. Comunicação externa, imagem institucional e relação com a sociedade | 6. Comunicação pública, transparência e prestação de contas | 7. Diretrizes e propostas estruturantes para a comunicação institucional | 8. Quadro-síntese das propostas do capítulo | 9. Integração das propostas com o PDI e os ODS | 10. Fechamento político-institucional
A comunicação institucional é dimensão estratégica da gestão universitária. Ela não se restringe à divulgação de ações, mas estrutura o diálogo interno, a relação com a sociedade e a construção da imagem pública da Universidade Estadual de Londrina. Uma política de comunicação sólida contribui para fortalecer o pertencimento, a transparência e a confiança institucional, elementos indispensáveis para uma universidade pública forte e socialmente legitimada.
A política institucional de comunicação da UEL deve se orientar por princípios compatíveis com sua missão pública:
A UEL produz volume significativo de informações acadêmicas, administrativas e científicas. Entretanto, essas informações nem sempre chegam de forma clara, integrada e tempestiva aos diferentes públicos internos e externos. Observa-se fragmentação de canais, sobreposição de mensagens, ausência de diretrizes claras e fragilidade na gestão da imagem institucional frente à sociedade. O diagnóstico reforça a necessidade de uma política institucional de comunicação mais estratégica, integrada e alinhada ao projeto de universidade.
A comunicação interna é elemento central para o fortalecimento do pertencimento institucional e para a qualificação dos processos de gestão. Fluxos claros de informação contribuem para reduzir ruídos, conflitos e inseguranças, além de fortalecer a participação da comunidade universitária nas decisões institucionais.
A imagem pública da UEL é construída a partir de suas ações acadêmicas, científicas, culturais e sociais, mas também da forma como essas ações são comunicadas. Uma comunicação externa estratégica fortalece a legitimidade da Universidade, valoriza suas conquistas e amplia o reconhecimento social do seu papel.
Como instituição pública, a UEL tem o dever de comunicar com transparência, prestando contas de suas ações, decisões e uso de recursos. A comunicação pública deve ser compreendida como instrumento de democracia, controle social e fortalecimento da confiança da sociedade na Universidade.
A política de comunicação institucional deve be estruturada de forma integrada, estratégica e alinhada à gestão universitária. Entre as diretrizes e propostas estruturantes destacam-se:
Comunicar bem é governar melhor. Ao fortalecer a comunicação institucional, a UEL reafirma seu compromisso com a transparência, com o diálogo e com a construção de uma imagem pública condizente com a excelência de sua produção acadêmica.
Sumário: 1. Políticas afirmativas como compromisso institucional | 2. Princípios orientadores das políticas de direitos humanos e diversidade | 3. Diagnóstico institucional das políticas afirmativas na UEL | 4. Estruturas institucionais, transversalidade e articulação | 5. Direitos humanos, diversidade e ambiente universitário | 6. Diretrizes e propostas estruturantes | 7. Governança e integração institucional | 8. Quadro-síntese das propostas do capítulo | 9. Integração das propostas com o PDI e os ODS | 10. Fechamento político-institucional
As políticas afirmativas, de direitos humanos e de promoção da diversidade são componentes essenciais do projeto de universidade pública socialmente referenciada. A Universidade Estadual de Londrina, ao longo de sua trajetória, assumiu compromissos importantes com a inclusão e o enfrentamento das desigualdades estruturais presentes na sociedade brasileira. Este Plano de Gestão reafirma que políticas afirmativas não são concessões, mas instrumentos de justiça social, qualificação acadêmica e fortalecimento institucional.
As políticas institucionais de direitos humanos e diversidade devem ser orientadas por princípios claros, que assegurem legitimidade, efetividade e coerência institucional:
A UEL possui estruturas, programas e ações consolidadas no campo das políticas afirmativas, dos direitos humanos e da diversidade. No entanto, a atuação ainda ocorre de forma fragmentada, com sobreposição de iniciativas e limitações de articulação institucional. A escuta da comunidade universitária evidencia a necessidade de maior integração entre estruturas existentes, fortalecimento institucional das políticas e clareza de fluxos e responsabilidades. O diagnóstico aponta para a importância de consolidar uma política institucional integrada, com visão estratégica e compromisso com a efetividade.
As políticas afirmativas e de direitos humanos demandam estruturas institucionais capazes de atuar de forma transversal, dialogando com graduação, pós-graduação, extensão, gestão de pessoas e políticas estudantis. O Plano defende a articulação entre estruturas existentes, evitando fragmentação, ampliando a capacidade de atuação institucional e fortalecendo a governança dessas políticas.
Promover direitos humanos e diversidade no ambiente universitário implica criar condições para convivência respeitosa, enfrentamento de violências, discriminações e desigualdades. A Universidade deve ser espaço seguro, plural e democrático, no qual todas as pessoas possam desenvolver plenamente suas trajetórias acadêmicas e profissionais.
As diretrizes propostas visam consolidar uma política institucional de políticas afirmativas, direitos humanos e diversidade, com clareza de responsabilidades e integração institucional. Entre as propostas estruturantes destacam-se:
A governança das políticas afirmativas deve ser clara, integrada e institucionalizada, assegurando legitimidade, transparência e continuidade. A integração entre estruturas, conselhos e instâncias administrativas é condição essencial para a efetividade dessas políticas.
Uma universidade pública forte é aquela que reconhece as desigualdades, enfrenta injustiças e promove inclusão com responsabilidade institucional. Ao fortalecer políticas afirmativas, direitos humanos e diversidade, a UEL reafirma seu compromisso com a democracia, a justiça social e a excelência acadêmica.
Sumário: 1. Estudantes como sujeitos centrais do projeto de universidade | 2. Princípios orientadores da política institucional para estudantes | 3. Diagnóstico institucional da experiência estudantil na UEL | 4. Permanência, trajetórias acadêmicas e bem-estar estudantil | 5. Participação estudantil, escuta ativa e vida universitária | 6. Infraestrutura, serviços e condições de estudo | 7. Diretrizes e propostas estruturantes para as políticas estudantis | 8. Quadro-síntese das propostas do capítulo | 9. Integração das propostas com o PDI e os ODS | 10. Fechamento político-institucional
Os estudantes constituem a razão de ser da Universidade Estadual de Londrina. Reconhecê-los como sujeitos centrais do projeto de universidade significa compreender que o acesso ao ensino superior público deve estar acompanhado de condições reais para permanência, desenvolvimento acadêmico e formação cidadã. Este Plano de Gestão reafirma o compromisso com uma universidade que acolhe, escuta e acompanha seus estudantes ao longo de toda a trajetória acadêmica.
A política institucional para estudantes deve se orientar por princípios que expressem compromisso com inclusão, equidade e qualidade da formação:
A experiência estudantil na UEL é marcada por potencialidades e desafios. A universidade apresenta forte inserção acadêmica e social, mas enfrenta limitações relacionadas à permanência, à infraestrutura e aos serviços de apoio ao estudante. A escuta da comunidade estudantil evidencia demandas por maior apoio à permanência, melhorias na infraestrutura, atenção à saúde mental e ampliação de espaços de participação e convivência. O diagnóstico aponta para a necessidade de uma política institucional integrada, que supere ações fragmentadas e promova experiências estudantis mais qualificadas.
Garantir permanência estudantil implica enfrentar fatores socioeconômicos, acadêmicos e psicossociais que impactam a trajetória dos estudantes. O Plano defende políticas articuladas de apoio acadêmico, atenção à saúde mental, flexibilização responsável de normas e acolhimento institucional, reconhecendo a complexidade das trajetórias estudantis.
A participação estudantil é dimensão fundamental da vida universitária e da gestão democrática. Espaços de diálogo, representação e escuta ativa fortalecem o pertencimento institucional e qualificam as decisões acadêmicas. O Plano propõe fortalecer canais de comunicação e participação, valorizando o protagonismo estudantil e o diálogo permanente com a gestão.
Infraestrutura adequada, serviços de apoio e condições dignas de estudo são elementos essenciais para a permanência e o sucesso acadêmico. A universidade deve assegurar ambientes seguros, acessíveis e adequados ao ensino, à pesquisa, à extensão e à convivência estudantil.
As diretrizes propostas visam consolidar uma política institucional para estudantes integrada, articulada e orientada por princípios de equidade e cuidado. Entre as propostas estruturantes destacam-se:
Colocar os estudantes no centro do projeto institucional é reafirmar o sentido da universidade pública. Ao fortalecer políticas estudantis, a UEL constrói trajetórias acadêmicas mais justas, humanas e comprometidas com a formação integral.
Sumário: 1. Pesquisa e pós-graduação como pilares da universidade pública | 2. Princípios orientadores da política de pesquisa e pós-graduação | 3. Diagnóstico institucional da pesquisa e da pós-graduação na UEL | 4. Programas de pós-graduação, avaliação e qualidade acadêmica | 5. Fomento, financiamento e transparência na gestão da pesquisa | 6. Internacionalização, inovação e impacto social da pesquisa | 7. Diretrizes e propostas estruturantes para a PROPPG | 8. Governança, processos e articulação institucional | 9. Quadro-síntese das propostas do capítulo | 10. Integração das propostas com o PDI e os ODS | 11. Fechamento político-institucional
A pesquisa e a pós-graduação constituem pilares centrais da universidade pública, sendo responsáveis pela produção de conhecimento, formação avançada de recursos humanos e contribuição científica, tecnológica e social para o desenvolvimento do país. Na Universidade Estadual de Londrina, a pesquisa e a pós-graduação são elementos estratégicos para a consolidação da excelência acadêmica, da inovação e da inserção institucional em âmbito regional, nacional e internacional.
A política institucional de pesquisa e pós-graduação deve se orientar por princípios que garantam qualidade acadêmica, ética científica e compromisso público:
A UEL apresenta trajetória consolidada na pesquisa e na pós-graduação, com programas reconhecidos nacionalmente e produção científica relevante. Contudo, a escuta da comunidade acadêmica evidencia desafios que precisam ser enfrentados de forma institucional. Entre os principais pontos identificados estão a sobrecarga burocrática sobre coordenadores de programas, fragilidades na transparência da execução orçamentária, dificuldades na submissão e gestão de projetos e a necessidade de maior apoio institucional aos pesquisadores. O diagnóstico indica a urgência de fortalecer a PROPPG como instância estratégica, com foco em apoio, articulação e qualificação dos processos.
Os programas de pós-graduação são responsáveis pela formação de mestres e doutores e pela produção científica de alto nível. A política institucional deve apoiar os programas em seus processos avaliativos, respeitando as especificidades das áreas e promovendo qualificação contínua. O Plano defende uma atuação da PROPPG orientada ao suporte técnico, à análise estratégica de dados avaliativos e ao fortalecimento das condições de funcionamento dos programas.
O fomento à pesquisa depende de gestão eficiente, transparente e estratégica dos recursos disponíveis. A transparência na execução orçamentária é condição indispensável para a confiança institucional e para a legitimidade das decisões. O Plano propõe fortalecer mecanismos de divulgação das informações orçamentárias, critérios claros de alocação de recursos e apoio técnico à submissão e gestão de projetos.
A internacionalização e a inovação são dimensões estratégicas da pesquisa contemporânea. Ampliar redes de colaboração, estimular projetos interinstitucionais e promover a transferência de conhecimento são desafios centrais. A pesquisa desenvolvida na UEL deve estar conectada às demandas sociais, contribuindo para inovação social, tecnológica e para o fortalecimento das políticas públicas.
As diretrizes propostas visam reposicionar a PROPPG como instância de apoio estratégico à pesquisa e à pós-graduação. Entre as propostas estruturantes destacam-se:
A governança da pesquisa e da pós-graduação deve ser clara, integrada e orientada por processos eficientes. A articulação entre PROPPG, centros de estudo, programas e conselhos é condição essencial para decisões qualificadas. Processos mais claros e apoio institucional reduzem conflitos, retrabalho e insegurança administrativa.
Fortalecer a pesquisa e a pós-graduação é investir no futuro da Universidade e da sociedade. Uma PROPPG orientada ao apoio, à transparência e à qualidade acadêmica consolida a UEL como referência científica, inovadora e comprometida com sua missão pública.
O bem-estar da comunidade universitária é um dos pilares estratégicos do Plano de Gestão 2026-2030 da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Neste capítulo, apresentamos propostas integradas ao Serviço de Bem-Estar à Comunidade (SEBEC), com foco em três eixos prioritários: fortalecimento e modernização do Restaurante Universitário (RU), políticas de cuidado em Saúde Mental e implantação de ações institucionais para a Saúde do Trabalhador. As ações aqui propostas são embasadas em diagnósticos recentes, relatórios oficiais, escuta qualificada da comunidade e alinhamento ao PDI 2024-2028 e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS/ONU).
O SEBEC é um órgão suplementar da UEL responsável pela formulação e execução de políticas de assistência estudantil e acolhimento institucional. Dados recentes indicam crescimento expressivo na demanda por alimentação subsidiada, apoio psicológico e acolhimento psicossocial, tanto entre estudantes como entre servidores. Embora o SEBEC atue com dedicação e competência, enfrenta desafios relacionados à limitação de equipe, estrutura física concentrada e necessidade de modernização tecnológica. A ausência de um programa institucionalizado de saúde do trabalhador também representa lacuna importante a ser enfrentada pela nova gestão.
A alimentação estudantil é elemento central da permanência universitária. O RU da UEL atende milhares de estudantes diariamente, mas apresenta gargalos relacionados à infraestrutura, às filas excessivas e ao modelo de subsídio ainda limitado a bolsas formais. As propostas incluem:
A saúde mental da comunidade universitária exige uma abordagem sistêmica e acolhedora. As propostas visam ampliar o cuidado psicossocial, garantir escuta ativa e promover ações preventivas nos espaços acadêmicos. As ações estratégicas incluem:
A criação do PPST-UEL visa consolidar uma política efetiva de valorização, acolhimento e prevenção em saúde física e mental dos servidores. É uma política transversal que articula o SEBEC, a PRORH, a Clínica Escola e os programas de pós-graduação da área da saúde. As principais propostas são:
As propostas aqui apresentadas concretizam o compromisso com o cuidado com pessoas e processos, a valorização da vida universitária, a inclusão social e a promoção da saúde como direito institucional. Todas as ações são exequíveis dentro da estrutura atual, sem criação de novos cargos ou gratificações, mediante reorganização de fluxos, fortalecimento de parcerias internas e captação de recursos externos.
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