Conheça a trajetória de quem vive a UEL de perto.
Sou farmacêutica-bioquímica, mestre e doutora pela UEL, e mãe da Maria Eduarda e da Maria Luiza. Docente desde 2006, atualmente dirijo o Centro de Ciências da Saúde (2022-2026).
Construí minha trajetória dentro da universidade, atuando no ensino, na pesquisa e na gestão, conhecendo de perto seus desafios acadêmicos e institucionais.
Acredito que a UEL precisa avançar com competência, coragem e planejamento, fortalecendo o ensino, valorizando as pessoas e modernizando a gestão sem abrir mão de sua identidade pública.
Advogado e pesquisador em Direito Constitucional, docente da UEL desde 2006 e atualmente diretor do Centro de Estudos Sociais Aplicados (2022-2026).
Ao longo da minha trajetória, atuei em coordenação, chefia de departamento, Comitê de Ética e instâncias de governança, sempre pautado pelo diálogo, transparência e responsabilidade institucional. Sou pai do Bento, de quatro anos, e acredito que cuidar das pessoas também faz parte da liderança.
A UEL precisa avançar na modernização de sua estrutura, fortalecer seus órgãos de apoio e enfrentar com responsabilidade os desafios da LGU, aproximando a universidade da sociedade.
Estou preparado para contribuir, ao lado da reitora, com uma gestão firme, responsável e voltada para um futuro mais forte e humano.
Integração entre graduação e permanência estudantil, com acompanhamento acadêmico e revisão de normas para maior flexibilidade. Sempre valorizando a pesquisa e extensão criando caminhos de incentivo para a continuidade da vida acadêmica.
Valorização dos servidores como sujeitos centrais com gestão humanizada, participativa e transparente. Promoção da saúde e fortalecimento do protagonismo estudantil por meio da escuta ativa e integração das políticas de permanência.
Implantação de uma cultura baseada em dados e tecnologia. Planejamento participativo com respeito à autonomia dos Centros. Simplificação de processos administrativos, organização de fluxos e fortalecimento da eficiência jurídica.
Promoção de direitos humanos, diversidade e enfrentamento de desigualdades. Estruturação de fluxos de atendimento e implementação de uma política de comunicação estratégica que amplie a conexão da UEL com a sociedade.
Consolidar a Política Institucional de Graduação com modernização curricular, integração entre ensino, pesquisa, extensão e inovação, e apoio estruturado aos cursos.
Fortalecer a ciência com estrutura, transparência e menos burocracia, ampliando o apoio à captação de recursos e à iniciação científica.
Elevar a UEL a novos patamares de reconhecimento nacional e internacional, com base sólida e planejamento estratégico.
Fazer da UEL protagonista do desenvolvimento regional e da transformação social. Com fortalecimento da curricularização.
Gestão democrática, técnica e transparente, com respeito ao Estatuto e ao Regimento da UEL. Desburocratização responsável.
Fortalecimento da permanência estudantil com avaliação baseada em evidências e ampliação planejada de bolsas.
Protocolo institucional de acolhimento, rede de prevenção, capacitação docente, apoio pedagógico estruturado, tutoriais e monitorias.
Monitoramento da demanda do RU, ampliação da moradia, política de mobilidade e atualização do plano de acessibilidade.
Cuidado com pessoas e compromisso com a missão pública
PLANO DE GESTÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA 2026-2030
Gestão estratégica, cuidado com pessoas e compromisso com a missão pública da Universidade.
Este Plano de Gestão é resultado de uma construção coletiva, fundamentada na escuta ativa da comunidade universitária: gestores, docentes, agentes universitários e estudantes e na experiência acadêmica e administrativa de quem conhece profundamente a Universidade Estadual de Londrina. Não se trata de um documento de intenções genéricas, mas de um projeto institucional consistente, factível e responsável, que articula missão acadêmica, gestão estratégica e cuidado com as pessoas. Acreditamos que a UEL precisa avançar com planejamento, diálogo e coragem para enfrentar seus desafios, fortalecendo a graduação, a extensão, a formação docente, a permanência estudantil e a governança institucional. Este plano expressa um compromisso claro com a universidade pública: democrática, socialmente referenciada, academicamente qualificada e administrativamente competente.
Este Plano de Gestão foi concebido a partir de uma visão clara de Universidade Pública: autônoma, democrática, socialmente responsável e academicamente comprometida com a excelência. A Universidade Estadual de Londrina ocupa papel estratégico no desenvolvimento regional, na produção de conhecimento, na formação de profissionais qualificados e na transformação social. Assumir a condução da UEL exige mais do que intenções ou discursos genéricos. Exige projeto, experiência e capacidade de gestão. O presente Plano de Gestão expressa um compromisso com o futuro da instituição, articulando responsabilidade administrativa, cuidado com as pessoas e defesa intransigente da universidade pública.
O Plano de Gestão 2026-2030 foi estruturado com base em diretrizes políticas e estratégicas claramente definidas, que orientam todas as propostas apresentadas. Entre essas diretrizes, destacam-se a valorização da gestão democrática, a recuperação da autonomia institucional, a modernização responsável da administração universitária e o fortalecimento da relação da UEL com a sociedade. A proposta rejeita improvisações e soluções simplistas. Cada eixo do plano foi construído considerando viabilidade institucional, segurança jurídica e impacto real na vida acadêmica e administrativa da Universidade.
A gestão estratégica adotada neste Plano parte do entendimento de que pessoas e processos são indissociáveis. Não há excelência acadêmica sem servidores valorizados, ambientes de trabalho saudáveis e processos administrativos eficientes. O Plano propõe desburocratização responsável, qualificação de fluxos, uso estratégico de dados e tecnologia e fortalecimento das instâncias acadêmicas. A centralidade das pessoas se expressa na valorização de docentes, agentes universitários, técnicos administrativos e estudantes, reconhecendo-os como sujeitos ativos da Universidade.
A elaboração deste Plano de Gestão está ancorada em sólida experiência acadêmica e administrativa. A proposta reflete vivência concreta na gestão universitária, conhecimento profundo dos desafios institucionais e atuação direta em espaços decisórios da UEL. Essa experiência permite apresentar soluções realistas, factíveis e juridicamente seguras, distanciando o Plano de discursos genéricos e aproximando-o da prática cotidiana da Universidade.
O Plano de Gestão 2026-2030 é resultado de um amplo processo de escuta ativa da comunidade universitária. Ao longo de sua construção, foram ouvidos gestores, docentes, agentes universitários, técnicos administrativos e estudantes, em diferentes espaços formais e informais de diálogo. As propostas aqui apresentadas refletem demandas reais, preocupações concretas e sugestões vindas daqueles que vivenciam diariamente a Universidade.
Este Plano de Gestão expressa uma proposta madura, responsável e comprometida com o futuro da Universidade Estadual de Londrina. Trata-se de um projeto que combina visão estratégica, experiência administrativa, sensibilidade acadêmica e compromisso com as pessoas. A UEL que propomos é uma universidade que cuida de quem a constrói, qualifica seus processos, valoriza o conhecimento e fortalece sua presença na sociedade.
A graduação constitui o núcleo central da missão da Universidade Estadual de Londrina. É por meio dela que a Universidade se conecta de forma mais direta com a sociedade, formando profissionais, cidadãos críticos e sujeitos comprometidos com o desenvolvimento regional e nacional. Uma Política Institucional de Graduação clara e consistente é condição essencial para assegurar qualidade acadêmica, coerência pedagógica e estabilidade institucional, especialmente em um contexto de desafios orçamentários, transformações sociais e crescentes demandas por inclusão e permanência.
A Política Institucional de Graduação da UEL fundamenta-se em princípios que expressam o compromisso com a universidade pública, democrática e socialmente referenciada:
A UEL apresenta tradição reconhecida na oferta de cursos de graduação, com diversidade de áreas do conhecimento e impacto significativo na formação profissional da região. No entanto, persistem desafios institucionais que exigem enfrentamento estruturado. Entre os principais desafios destacam-se a fragmentação de políticas acadêmicas, a sobrecarga burocrática imposta aos colegiados, a necessidade de fortalecimento da permanência estudantil e a ausência de uma política institucional de graduação explicitada de forma sistemática. Esses elementos reforçam a importância de uma política que organize, integre e dê sentido estratégico às ações já existentes.
A Política Institucional de Graduação propõe diretrizes que orientam decisões acadêmicas, pedagógicas e administrativas, respeitando a diversidade dos cursos e a autonomia universitária. Entre as diretrizes estruturantes destacam-se:
A governança da Política Institucional de Graduação deve ser colegiada, democrática e articulada entre as diferentes instâncias acadêmicas. O papel da administração superior é criar condições para que decisões sejam tomadas no nível em que o conhecimento está. Cabe à PROGRAD a coordenação técnica da política, assegurando apoio, orientação e coerência institucional, sem centralizar excessivamente decisões que são de natureza acadêmica.
Reorganizar a PROGRAD em três Diretorias (Vida Acadêmica; Ensino e Currículos; Políticas e Programas), com funções claramente definidas, sem criação de cargos e sem ampliação de custos.
Padronizar fluxos de matrícula, registros, diplomas e processos acadêmicos, garantindo previsibilidade, segurança institucional e redução de retrabalho.
Apoiar sistematicamente PPCs e NDEs, qualificar reformas curriculares, consolidar a creditação da extensão e fortalecer a qualidade pedagógica da graduação.
Reestruturar o PROPE como política institucional de apoio pedagógico ao estudante e fortalecer o FOPE como política permanente de formação docente.
Definir indicadores estratégicos da graduação, produzir relatórios periódicos e utilizar dados como subsídio real à tomada de decisão acadêmica.
Retirar o NAC da PROGRAD e vinculá-lo à Coordenadoria de Direitos Humanos, fortalecendo a acessibilidade como política institucional transversal.
Garantir que decisões técnicas ocorram nos setores e Diretorias adequados, reduzindo personalismo e sobrecarga da Pró-Reitoria.
Tornar fluxos, prazos e critérios mais claros para estudantes, docentes e colegiados, fortalecendo a confiança institucional.
A democratização do acesso ao ensino superior público impõe às universidades o desafio de ir além do ingresso. Garantir permanência e trajetórias acadêmicas possíveis tornou-se condição central para a efetivação do direito à educação superior. Neste contexto, a graduação não pode ser pensada de forma dissociada das condições objetivas e subjetivas que permitem ao estudante permanecer, aprender e concluir sua formação. A permanência é, portanto, dimensão estruturante da qualidade acadêmica.
A política de graduação orientada para a permanência e a trajetória acadêmica se fundamenta em princípios que reafirmam o compromisso da UEL com a inclusão, a equidade e a excelência:
A Universidade Estadual de Londrina apresenta histórico relevante de políticas de acesso e ações de apoio estudantil. No entanto, os dados institucionais e a escuta da comunidade evidenciam fragilidades persistentes na permanência e na conclusão dos cursos de graduação. Entre os fatores críticos identificados estão dificuldades socioeconômicas, lacunas de formação prévia, sobrecarga acadêmica, problemas de saúde mental, rigidez curricular e processos administrativos pouco sensíveis às trajetórias reais dos estudantes. O diagnóstico indica a necessidade de uma política institucional integrada, que supere ações fragmentadas e responda de forma sistêmica aos desafios da permanência.
As trajetórias acadêmicas contemporâneas são marcadas por complexidade crescente. Estudantes ingressam na universidade com perfis diversos, responsabilidades familiares, demandas de trabalho e experiências educacionais heterogêneas. A rigidez de normas acadêmicas, a fragmentação curricular e a ausência de mecanismos institucionais de acompanhamento ampliam o risco de evasão, retenção e sofrimento acadêmico. Reconhecer esses desafios é condição para a construção de políticas que respeitem o tempo, a realidade e a dignidade dos estudantes.
A atuação da PROGRAD deve estar orientada por diretrizes que promovam a permanência e a qualificação das trajetórias acadêmicas, em articulação com colegiados, centros de estudo e demais instâncias institucionais. Entre as propostas estruturantes destacam-se:
A governança da política de graduação e permanência exige articulação clara entre PROGRAD, colegiados de curso, centros de estudo e instâncias responsáveis por políticas estudantis. Cabe à PROGRAD exercer coordenação técnica e articuladora, promovendo diálogo institucional e evitando sobreposição de ações, sem comprometer a autonomia acadêmica dos cursos.
Acesso, ingresso e ocupação de vagas. Objetivo: Garantir acesso democrático e equitativo, com gestão ativa das vagas e fortalecimento das ações afirmativas. Mensagem-chave: Democratizar o acesso é usar melhor as vagas existentes, com responsabilidade acadêmica.
Permanência e acompanhamento acadêmico. Objetivo: Acompanhar o estudante desde o ingresso até a conclusão, prevenindo evasão e retenção. Mensagem-chave: Permanência é política acadêmica, não apenas assistência.
Currículos e inovação pedagógica. Objetivo: Modernizar a formação universitária com currículos atualizados, inovação pedagógica e integração ensino-pesquisa-extensão-assistência. Mensagem-chave: A UEL forma para os desafios contemporâneos da sociedade.
Planejamento, avaliação e governança. Objetivo: Qualificar decisões acadêmicas com dados, transparência e fortalecimento da colegialidade. Mensagem-chave: Evidências qualificam o debate e fortalecem a gestão democrática.
Equipes e organização institucional. Objetivo: Fortalecer e capacitar equipes, qualificar processos e promover ambiente institucional colaborativo e eficiente. Mensagem-chave: Pessoas capacitadas e processos claros sustentam a qualidade da graduação.
Função social da formação. Objetivo: Integrar a graduação às demandas da sociedade, à extensão e ao território. Mensagem-chave: A universidade pública forma profissionais competentes e cidadãos comprometidos.
A extensão universitária constitui dimensão indissociável da missão da Universidade Estadual de Londrina. Por meio da extensão, a Universidade se conecta diretamente com a sociedade, compartilha conhecimentos, escuta demandas sociais e reafirma seu compromisso público. Este Plano de Gestão compreende a extensão não como atividade acessória, mas como eixo estruturante da formação acadêmica, da produção de conhecimento e da responsabilidade social da UEL.
A política institucional de extensão da UEL deve se orientar por princípios que assegurem coerência institucional, impacto social e integração acadêmica:
A UEL apresenta histórico significativo de projetos, programas e ações de extensão, com forte inserção regional. No entanto, a extensão ainda enfrenta desafios estruturais que limitam seu potencial formativo e institucional. Entre os principais desafios identificados estão a fragmentação das ações, a sobreposição de procedimentos administrativos, a baixa integração com os cursos de graduação e a necessidade de maior reconhecimento institucional da extensão. O diagnóstico aponta para a urgência de consolidar uma política institucional de extensão mais clara, integrada e estrategicamente orientada.
A curricularização da extensão representa uma oportunidade estratégica para fortalecer a formação acadêmica e aproximar a Universidade das demandas sociais. No entanto, sua implementação exige clareza conceitual, apoio institucional e respeito à autonomia dos cursos. O Plano defende uma extensão curricularizada que dialogue com os Projetos Pedagógicos de Curso, evitando burocratização excessiva e assegurando sentido pedagógico às atividades.
A relação da UEL com a sociedade deve ser pautada pelo diálogo permanente, pela escuta das demandas sociais e pela construção de soluções compartilhadas. A extensão universitária é espaço privilegiado para inovação social, especialmente em áreas como saúde, educação, cultura, direitos humanos e desenvolvimento territorial. O Plano reconhece o papel estratégico da UEL nas governanças locais e regionais, fortalecendo sua presença institucional sem comprometer a autonomia universitária.
A atuação da PROEX deve estar orientada por diretrizes que promovam integração, simplificação administrativa e fortalecimento institucional da extensão. Entre as propostas estruturantes destacam-se:
A governança da extensão universitária deve ser colegiada, transparente e articulada entre PROEX, centros de estudo, colegiados de curso e instâncias institucionais. Cabe à PROEX exercer coordenação técnica e estratégica, garantindo apoio às ações extensionistas e evitando centralizações excessivas.
Atualização do site institucional e alinhamento das atribuições já existentes; sem criar cargo. Resultado: Clareza de responsabilidades; redução de conflitos e retrabalho.
Revisão da página "Equipe e Estrutura", espelhando a organização efetiva. Resultado: Transparência institucional e melhor orientação à comunidade.
Quadro simples de "Serviço x Área x Contato" no site. Resultado: Agilidade no atendimento e redução de demandas indevidas.
Definição interna de responsáveis por processo, sem função gratificada. Resultado: Continuidade administrativa e maior eficiência.
Reuniões internas participativas para ajuste de rotinas. Resultado: Equilíbrio de carga e melhor uso da equipe.
Priorização interna de agendas, fluxos e apoio transversal. Resultado: Fortalecimento da relação com a sociedade e governanças.
Documentos simples e públicos (checklists e fluxos visuais). Resultado: Redução de erros e maior previsibilidade.
Planejamento conjunto e calendário de divulgação. Resultado: Fortalecimento da imagem institucional.
Manual interno enxuto de processos-chave. Resultado: Preservação da memória organizacional.
Planejamento de aquisição de equipamentos essenciais. Resultado: Melhoria das condições de trabalho.
Reuniões internas anuais de avaliação. Resultado: Aprimoramento contínuo.
Reuniões periódicas de alinhamento. Resultado: Integração institucional efetiva.
As licenciaturas ocupam posição central na missão da Universidade Estadual de Londrina enquanto instituição pública comprometida com a formação de professores e com a qualidade da educação básica. Formar docentes é um compromisso estratégico, social e político, que impacta diretamente o desenvolvimento regional e nacional. Este Plano de Gestão reconhece as licenciaturas como cursos estruturantes do projeto de universidade, que demandam políticas institucionais específicas, valorização acadêmica e articulação permanente com as redes de ensino.
A política institucional de licenciaturas da UEL deve se orientar por princípios que assegurem qualidade formativa, identidade institucional e compromisso social:
A UEL possui trajetória histórica relevante na formação de professores, com cursos de licenciatura em diferentes áreas do conhecimento. Apesar dessa tradição, as licenciaturas enfrentam desafios estruturais que exigem enfrentamento institucional. Entre os principais desafios identificados estão a desvalorização simbólica desses cursos, a fragmentação entre formação específica e pedagógica, dificuldades na organização dos estágios e práticas pedagógicas, além de desafios relacionados à permanência estudantil. O diagnóstico aponta para a necessidade de uma política institucional clara, integrada e sustentável para as licenciaturas.
A formação docente de excelência pressupõe identidade institucional clara das licenciaturas. Isso implica reconhecer suas especificidades, garantir coerência curricular e assegurar condições acadêmicas adequadas para docentes e estudantes. O Plano propõe fortalecer os Projetos Pedagógicos de Curso das licenciaturas, promover integração entre teoria e prática e estimular abordagens pedagógicas alinhadas às demandas contemporâneas da educação.
A articulação com a educação básica é elemento central da política de licenciaturas. A Universidade deve manter diálogo permanente com escolas, redes públicas de ensino e secretarias de educação, contribuindo para a qualificação da formação inicial de professores. Essa articulação fortalece estágios, práticas pedagógicas, projetos de extensão e inovação social, aproximando a UEL das realidades educacionais.
Os estágios supervisionados e as práticas pedagógicas constituem eixo estruturante das licenciaturas. O Plano defende organização institucional que assegure qualidade, acompanhamento docente e integração com a extensão universitária. A extensão, enquanto dimensão formativa, deve contribuir para aproximar universidade e escola, fortalecendo a formação docente e o compromisso social da UEL.
A governança das licenciaturas deve ser colegiada, articulada e democrática, envolvendo colegiados de curso, centros de estudo, PROGRAD, PROEX e instâncias relacionadas à formação docente. A articulação institucional é condição essencial para políticas consistentes e duradouras, respeitando a autonomia acadêmica e fortalecendo o papel dos colegiados.
Portal institucional único integrando PIBID, Residência Pedagógica, estágios, FOPE, GEPE, contatos e calendário anual. Instrumento: Ato Executivo + organização administrativa (sem alteração estatutária).
Reorganização do FOPE com Regimento Interno Funcional, Plano Anual de Trabalho, GTs com prazo e produtos e com função gratificada para o coordenador. Instrumento: Regimento Interno Funcional + PAT-FOPE.
Definição anual de prioridades, entregas, cronograma e responsáveis. Instrumento: Aprovação interna do FOPE + homologação PROGRAD.
Divulgação anual de indicadores: procura, evasão, concluintes, alcance PIBID/RP, escolas e preceptores. Instrumento: Ato Executivo + publicação PROGRAD.
Avaliação comparativa do impacto do PIBID/RP na permanência, desempenho e estágio. Instrumento: Ato Executivo + coordenação PROGRAD/FOPE.
Evento institucional anual com produção pedagógica, escolas-campo, egressos e redes de ensino. Instrumento: Organização PROGRAD + FOPE + cursos.
Fluxos, checklists e modelos institucionais comuns às licenciaturas (com autonomia dos cursos). Instrumento: GT do FOPE + validação PROGRAD.
Divulgação integrada de dados, eventos, trajetórias e impacto social. Instrumento: PROGRAD + Comunicação Institucional.
Defender as licenciaturas é defender a escola pública, a formação de professores e o futuro da educação. A UEL reafirma, por meio deste Plano, seu compromisso histórico com a formação docente de qualidade e com a transformação social.
O planejamento institucional é condição indispensável para uma gestão universitária responsável, transparente e orientada por prioridades claras. Em universidades públicas, planejar não significa engessar a autonomia acadêmica, mas garantir coerência entre missão, decisões e uso de recursos. Este Plano de Gestão parte do entendimento de que a ausência de planejamento integrado fragiliza a tomada de decisão, amplia desigualdades internas e compromete a capacidade da instituição de responder aos desafios contemporâneos.
A construção de uma cultura institucional de planejamento exige mudança de práticas, valorização do uso de dados e fortalecimento das instâncias acadêmicas e administrativas. Entre as diretrizes centrais estão:
A UEL dispõe de informações institucionais relevantes, produzidas por diferentes setores. Entretanto, essas informações ainda são pouco integradas aos processos decisórios. Observa-se fragmentação entre planejamento, orçamento e avaliação, além de baixa institucionalização do uso de dados para definição de prioridades. O diagnóstico evidencia a necessidade de fortalecer a PROPLAN como instância estratégica, capaz de articular dados, planejamento e avaliação institucional.
A avaliação institucional deve ser compreendida como instrumento de qualificação da gestão e da vida acadêmica, e não como mecanismo punitivo ou meramente burocrático. Avaliar significa produzir informações confiáveis que subsidiem decisões, orientem prioridades e promovam melhorias contínuas nos processos acadêmicos e administrativos.
Planejamento institucional eficaz exige articulação direta com o orçamento e com as prioridades acadêmicas definidas coletivamente. O Plano defende maior coerência entre planejamento estratégico, execução orçamentária e decisões acadêmicas, assegurando transparência e racionalidade no uso dos recursos públicos.
A PROPLAN deve atuar como instância técnica e estratégica, apoiando a gestão superior, centros de estudo e conselhos na tomada de decisão. Entre as propostas estruturantes destacam-se:
A governança institucional exige transparência, clareza de critérios e acesso público às informações relevantes. A PROPLAN deve contribuir para uma gestão mais aberta, fortalecendo a confiança da comunidade universitária e da sociedade.
Dados como base da decisão. Painel público de indicadores estratégicos (atualização trimestral). Uso institucional de evidências nos processos decisórios. Transparência ativa dos dados institucionais.
Orçamento como política institucional. Critérios objetivos de priorização de recursos. Metas financeiras vinculadas a metas institucionais. Captação de recursos externos como política estratégica. Relatórios de impacto orçamentário.
Desburocratização responsável e processos. Programa institucional de desburocratização responsável. Diretriz "processo antes do sistema". Convênios com SLA e gestão de gargalos. Custos como critério decisório (não determinante).
Infraestrutura como política acadêmica. Planejamento físico integrado aos indicadores acadêmicos. Programa permanente de manutenção preventiva. Critérios públicos de priorização de obras. Relatórios anuais de infraestrutura.
Coerência acadêmica no planejamento. Nota de Impacto Acadêmico para decisões estratégicas. Planejamento acadêmico baseado em indicadores. Apoio equitativo ao planejamento dos Centros. Integração com orçamento e infraestrutura.
A Universidade Estadual de Londrina é construída diariamente pelo trabalho de docentes, agentes universitários e técnicos administrativos. Reconhecer as pessoas como eixo estratégico da gestão é condição indispensável para a qualidade acadêmica, a eficiência administrativa e a sustentabilidade institucional. Este Plano de Gestão parte da premissa de que não há excelência acadêmica sem valorização das pessoas, ambientes de trabalho saudáveis e processos de gestão humanizados.
A política de gestão de pessoas da UEL deve ser orientada por princípios que combinem responsabilidade institucional, valorização profissional e respeito à diversidade:
A gestão de pessoas na UEL enfrenta desafios históricos relacionados à complexidade das carreiras, às restrições orçamentárias e à sobrecarga administrativa. A escuta da comunidade evidencia demandas por maior clareza nos processos, valorização profissional, qualificação das condições de trabalho e fortalecimento de políticas institucionais de desenvolvimento e cuidado com as pessoas. O diagnóstico aponta para a necessidade de uma PRORH com atuação estratégica, integrada e orientada para pessoas e processos.
Valorizar pessoas implica reconhecer trajetórias, investir em desenvolvimento profissional e assegurar condições dignas de trabalho. O Plano defende políticas institucionais que promovam capacitação contínua, reconhecimento profissional, equilíbrio entre demandas e condições de trabalho e respeito às especificidades das diferentes categorias de servidores.
Processos excessivamente burocráticos impactam diretamente a saúde institucional e o clima organizacional. A gestão de pessoas deve atuar de forma integrada à modernização administrativa, promovendo fluxos mais claros, ágeis e humanizados. Cuidar das pessoas também significa cuidar dos processos, prevenindo adoecimento, conflitos institucionais e sobrecargas desnecessárias.
A PRORH deve ser reposicionada como instância estratégica de gestão de pessoas, superando uma atuação meramente operacional. Entre as diretrizes e propostas estruturantes destacam-se:
A governança da gestão de pessoas deve ser integrada, transparente e dialogada, envolvendo PRORH, administração superior, centros de estudo e representações institucionais. A articulação institucional fortalece políticas consistentes e evita decisões fragmentadas, assegurando legitimidade e sustentabilidade às ações.
Atualização do modelo de atuação da Pró-Reitoria, superando o enfoque exclusivamente administrativo e normativo para alinhar a área de RH a uma lógica moderna de gestão estratégica.
Alteração da nomenclatura institucional, alinhada às melhores práticas das universidades estaduais do Paraná.
Programa destinado à capacitação, formação continuada, avaliação e gestão por competências para fortalecer o desenvolvimento de servidores docentes e técnicos.
Desenvolvimento de indicadores, painéis e relatórios públicos de RH. Análise do dimensionamento, perfil etário e planejamento de pessoal (preditivo e estratégico).
Articulação permanente entre a PROGEP, PROPLAN e os instrumentos de planejamento para garantir coerência entre pessoas, orçamento, metas e prioridades.
A comunicação institucional é dimensão estratégica da gestão universitária. Ela não se restringe à divulgação de ações, mas estrutura o diálogo interno, a relação com a sociedade e a construção da imagem pública da Universidade Estadual de Londrina. Uma política de comunicação sólida contribui para fortalecer o pertencimento, a transparência e a confiança institucional, elementos indispensáveis para uma universidade pública forte e socialmente legitimada.
A política institucional de comunicação da UEL deve se orientar por princípios compatíveis com sua missão pública:
A UEL produz volume significativo de informações acadêmicas, administrativas e científicas. Entretanto, essas informações nem sempre chegam de forma clara, integrada e tempestiva aos diferentes públicos internos e externos. Observa-se fragmentação de canais, sobreposição de mensagens, ausência de diretrizes claras e fragilidade na gestão da imagem institucional frente à sociedade. O diagnóstico reforça a necessidade de uma política institucional de comunicação mais estratégica, integrada e alinhada ao projeto de universidade.
A comunicação interna é elemento central para o fortalecimento do pertencimento institucional e para a qualificação dos processos de gestão. Fluxos claros de informação contribuem para reduzir ruídos, conflitos e inseguranças, além de fortalecer a participação da comunidade universitária nas decisões institucionais.
A imagem pública da UEL é construída a partir de suas ações acadêmicas, científicas, culturais e sociais, mas também da forma como essas ações são comunicadas. Uma comunicação externa estratégica fortalece a legitimidade da Universidade, valoriza suas conquistas e amplia o reconhecimento social do seu papel.
Como instituição pública, a UEL tem o dever de comunicar com transparência, prestando contas de suas ações, decisões e uso de recursos. A comunicação pública deve ser compreendida como instrumento de democracia, controle social e fortalecimento da confiança da sociedade na Universidade.
A política de comunicação institucional deve ser estruturada de forma integrada, estratégica e alinhada à gestão universitária. Entre as diretrizes e propostas estruturantes destacam-se:
Instituir marco normativo com princípios, diretrizes e governança. Instrumento: Resolução do Conselho Universitário.
Aproximar a UEL do debate público regional através de um Plano anual de pautas institucionais coordenado pela COM.
Democratizar o acesso ao conhecimento. Instrumento: Programa integrando COM, Pós-Graduação, Rádio e TV.
Ampliar visibilidade internacional da UEL de forma articulada com ARI e unidades acadêmicas.
Organizar e proteger a relação da UEL com a mídia através de um manual institucional.
Otimizar recursos e fortalecer canais públicos existentes mediante estudo institucional e planejamento integrado.
Reduzir ruídos, desinformação, conflitos e desgastes internos, com política específica integrada à de Comunicação.
Garantir execução efetiva da Política de Comunicação (Manual, Fluxos, Indicadores, Plano Anual).
Assumir uma Política Institucional de Graduação é afirmar que a UEL tem projeto, direção e responsabilidade com a formação que oferece. É reconhecer que a excelência acadêmica exige planejamento, diálogo e compromisso permanente com estudantes, docentes e com a sociedade.
As políticas afirmativas, de direitos humanos e de promoção da diversidade são componentes essenciais do projeto de universidade pública socialmente referenciada. A Universidade Estadual de Londrina, ao longo de sua trajetória, assumiu compromissos importantes com a inclusão e o enfrentamento das desigualdades estruturais presentes na sociedade brasileira. Este Plano de Gestão reafirma que políticas afirmativas não são concessões, mas instrumentos de justiça social, qualificação acadêmica e fortalecimento institucional.
As políticas institucionais de direitos humanos e diversidade devem ser orientadas por princípios claros, que assegurem legitimidade, efetividade e coerência institucional:
A UEL possui estruturas, programas e ações consolidadas no campo das políticas afirmativas, dos direitos humanos e da diversidade. No entanto, a atuação ainda ocorre de forma fragmentada, com sobreposição de iniciativas e limitações de articulação institucional. A escuta da comunidade universitária evidencia a necessidade de maior integração entre estruturas existentes, fortalecimento institucional das políticas e clareza de fluxos e responsabilidades. O diagnóstico aponta para a importância de consolidar uma política institucional integrada, com visão estratégica e compromisso com a efetividade.
As políticas afirmativas e de direitos humanos demandam estruturas institucionais capazes de atuar de forma transversal, dialogando com graduação, pós-graduação, extensão, gestão de pessoas e políticas estudantis. O Plano defende a articulação entre estruturas existentes, evitando fragmentação, ampliando a capacidade de atuação institucional e fortalecendo a governança dessas políticas.
Promover direitos humanos e diversidade no ambiente universitário implica criar condições para convivência respeitosa, enfrentamento de violências, discriminações e desigualdades. A Universidade deve ser espaço seguro, plural e democrático, no qual todas as pessoas possam desenvolver plenamente suas trajetórias acadêmicas e profissionais.
As diretrizes propostas visam consolidar uma política institucional de políticas afirmativas, direitos humanos e diversidade, com clareza de responsabilidades e integração institucional. Entre as propostas estruturantes destacam-se:
A governança das políticas afirmativas deve ser clara, integrada e institucionalizada, assegurando legitimidade, transparência e continuidade. A integração entre estruturas, conselhos e instâncias administrativas é condição essencial para a efetividade dessas políticas.
Instituir Coordenadoria transversal, vinculada à Reitoria, para articular, integrar e avaliar políticas de direitos humanos, diversidade cultural e políticas afirmativas. Destinar função acadêmica (assessoria) ao coordenador.
Integrar e fortalecer NEAB, NECJ e NAC, respeitando sua autonomia acadêmica e ampliando sua capacidade de incidência institucional.
Criar Comitê Gestor com participação dos núcleos, da CUIA, do SEBEC e de representantes da comunidade universitária.
Monitorar acesso, permanência, pertencimento e êxito acadêmico de estudantes beneficiários de políticas afirmativas.
Apoiar e acompanhar a adequação dos PPCs às legislações vigentes, respeitando a autonomia dos cursos.
Promover formação continuada em direitos humanos, diversidade e educação antirracista para docentes, técnicos e gestores.
Publicar Plano Anual, Relatório Público e painéis de indicadores institucionais.
Avaliar impactos, propor ajustes e consolidar o eixo como política permanente da UEL.
Os estudantes constituem a razão de ser da Universidade Estadual de Londrina. Reconhecê-los como sujeitos centrais do projeto de universidade significa compreender que o acesso ao ensino superior público deve estar acompanhado de condições reais para permanência, desenvolvimento acadêmico e formação cidadã. Este Plano de Gestão reafirma o compromisso com uma universidade que acolhe, escuta e acompanha seus estudantes ao longo de toda a trajetória acadêmica.
A política institucional para estudantes deve se orientar por princípios que expressem compromisso com inclusão, equidade e qualidade da formação:
A experiência estudantil na UEL é marcada por potencialidades e desafios. A universidade apresenta forte inserção acadêmica e social, mas enfrenta limitações relacionadas à permanência, à infraestrutura e aos serviços de apoio ao estudante. A escuta da comunidade estudantil evidencia demandas por maior apoio à permanência, melhorias na infraestrutura, atenção à saúde mental e ampliação de espaços de participação e convivência. O diagnóstico aponta para a necessidade de uma política institucional integrada, que supere ações fragmentadas e promova experiências estudantis mais qualificadas.
Garantir permanência estudantil implica enfrentar fatores socioeconômicos, acadêmicos e psicossociais que impactam a trajetória dos estudantes. O Plano defende políticas articuladas de apoio acadêmico, atenção à saúde mental, flexibilização responsável de normas e acolhimento institucional, reconhecendo a complexidade das trajetórias estudantis.
A participação estudantil é uma dimensão fundamental da vida universitária e da gestão democrática. Espaços de diálogo, representação e escuta ativa fortalecem o pertencimento institucional e qualificam as decisões acadêmicas. O Plano propõe fortalecer canais de comunicação e participação, valorizando o protagonismo estudantil e o diálogo permanente com a gestão.
Infraestrutura adequada, serviços de apoio e condições dignas de estudo são elementos essenciais para a permanência e o sucesso acadêmico. A universidade deve assegurar ambientes seguros, acessíveis e adequados ao ensino, à pesquisa, à extensão e à convivência estudantil.
As diretrizes propostas visam consolidar uma política institucional para estudantes integrada, articulada e orientada por princípios de equidade e cuidado. Entre as propostas estruturantes destacam-se:
Instituir política integrada envolvendo permanência, cultura, esporte, convivência e representação estudantil.
Implantar áreas sombreadas e mobiliadas entre Centros para socialização dos estudantes.
Criar canal digital para registro e encaminhamento de problemas (Usuário → Centro → PCU).
Plano contínuo de manutenção leve com critérios técnicos de priorização.
Regulamentar reconhecimento e funcionamento com regras claras e apoio logístico.
Estabelecer diretrizes anuais para apoio a viagens, jogos e eventos acadêmicos.
Criar canais permanentes de escuta e interlocução via Centros e representações.
Atender com agilidade a realocação e manutenção de espaços para CAs e DCEs.
Melhorar gestão do RU com dados, fluxo, transparência e participação estudantil.
Renovar gradualmente a frota institucional com planejamento anual.
A pesquisa e a pós-graduação constituem pilares centrais da universidade pública, sendo responsáveis pela produção de conhecimento, formação avançada de recursos humanos e contribuição científica, tecnológica e social para o desenvolvimento do país. Na Universidade Estadual de Londrina, a pesquisa e a pós-graduação são elementos estratégicos para a consolidação da excelência acadêmica, da inovação e da inserção institucional em âmbito regional, nacional e internacional.
A política institucional de pesquisa e pós-graduação deve se orientar por princípios que garantam qualidade acadêmica, ética científica e compromisso público:
A UEL apresenta trajetória consolidada na pesquisa e na pós-graduação, com programas reconhecidos nacionalmente e produção científica relevante. Contudo, a escuta da comunidade acadêmica evidencia desafios que precisam ser enfrentados de forma institucional. Entre os principais pontos identificados estão a sobrecarga burocrática sobre coordenadores de programas, fragilidades na transparência da execução orçamentária, dificuldades na submissão e gestão de projetos e a necessidade de maior apoio institucional aos pesquisadores. O diagnóstico indica a urgência de fortalecer a PROPPG como instância estratégica, com foco em apoio, articulação e qualificação dos processos.
Os programas de pós-graduação são responsáveis pela formação de mestres e doutores e pela produção científica de alto nível. A política institucional deve apoiar os programas em seus processos avaliativos, respeitando as especificidades das áreas e promovendo qualificação contínua. O Plano defende uma atuação da PROPPG orientada ao suporte técnico, à análise estratégica de dados avaliativos e ao fortalecimento das condições de funcionamento dos programas.
O fomento à pesquisa depende de gestão eficiente, transparente e estratégica dos recursos disponíveis. A transparência na execução orçamentária é condição indispensável para a confiança institucional e para a legitimidade das decisões. O Plano propõe fortalecer mecanismos de divulgação das informações orçamentárias, critérios claros de alocação de recursos e apoio técnico à submissão e gestão de projetos.
A internacionalização e a inovação são dimensões estratégicas da pesquisa contemporânea. Ampliar redes de colaboração, estimular projetos interinstitucionais e promover a transferência de conhecimento são desafios centrais. A pesquisa desenvolvida na UEL deve estar conectada às demandas sociais, contribuindo para inovação social, tecnológica e para o fortalecimento das políticas públicas.
As diretrizes propostas visam reposicionar a PROPPG como instância de apoio estratégico à pesquisa e à pós-graduação. Entre as propostas estruturantes destacam-se:
A governança da pesquisa e da pós-graduação deve ser clara, integrada e orientada por processos eficientes. A articulação entre PROPPG, centros de estudo, programas e conselhos é condição essencial para decisões qualificadas. Processos mais claros e apoio institucional reduzem conflitos, retrabalho e insegurança administrativa.
Proteção do tempo acadêmico via ato executivo, focando a coordenação em qualidade, CAPES e internacionalização.
Reorganização interna de fluxos visando eficiência administrativa. Redução de erros e prazos previsíveis.
Organização e divulgação de dados para garantir transparência ativa e proteger a gestão.
Padronização de rotinas para evitar perda de prazos estratégicos e gestão de risco.
Reengenharia de processos oferecendo apoio efetivo ao pesquisador na execução de projetos.
Planejamento racional da infraestrutura para melhor uso dos recursos e equipamentos.
Fluxo e checklist únicos para reduzir a burocracia e gerar aumento real de cotutelas institucionais internacionais.
O bem-estar da comunidade universitária é um dos pilares estratégicos do Plano de Gestão 2026-2030 da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Neste capítulo, apresentamos propostas integradas ao Serviço de Bem-Estar à Comunidade (SEBEC), com foco em três eixos prioritários: fortalecimento e modernização do Restaurante Universitário (RU), políticas de cuidado em Saúde Mental e implantação de ações institucionais para a Saúde do Trabalhador. As ações aqui propostas são embasadas em diagnósticos recentes, relatórios oficiais, escuta qualificada da comunidade e alinhamento ao PDI 2024-2028 e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS/ONU).
O SEBEC é um órgão suplementar da UEL responsável pela formulação e execução de políticas de assistência estudantil e acolhimento institucional. Dados recentes indicam crescimento expressivo na demanda por alimentação subsidiada, apoio psicológico e acolhimento psicossocial, tanto entre estudantes como entre servidores. Embora o SEBEC atue com dedicação e competência, enfrenta desafios relacionados à limitação de equipe, estrutura física concentrada e necessidade de modernização tecnológica. A ausência de um programa institucionalizado de saúde do trabalhador também representa lacuna importante a ser enfrentada pela nova gestão.
A alimentação estudantil é elemento central da permanência universitária. O RU da UEL atende milhares de estudantes diariamente, mas apresenta gargalos relacionados à infraestrutura, às filas excessivas e ao modelo de subsídio ainda limitado a bolsas formais. As propostas incluem:
A saúde mental da comunidade universitária exige uma abordagem sistêmica e acolhedora. As propostas visam ampliar o cuidado psicossocial, garantir escuta ativa e promover ações preventivas nos espaços acadêmicos. As ações estratégicas incluem:
A criação do PPST-UEL visa consolidar uma política efetiva de valorização, acolhimento e prevenção em saúde física e mental dos servidores. É uma política transversal que articula o SEBEC, a PRORH, a Clínica Escola e os programas de pós-graduação da área da saúde. As principais propostas são:
Agendamento digital e presencial para reduzir filas; ampliar subsídios por vulnerabilidade para aumentar a equidade no acesso; aproveitamento de excedentes alimentares.
Núcleo Interdisciplinar de Saúde Mental para atendimento articulado; triagem e agendamento digital para organizar demandas; Semana da Saúde Mental para escuta e prevenção.
Instituir o Programa de Saúde do Trabalhador para política contínua de cuidado; Canal de escuta ao servidor; Observatório de Saúde para decisões baseadas em dados.
As propostas aqui apresentadas concretizam o compromisso com o cuidado com pessoas e processos, a valorização da vida universitária, a inclusão social e a promoção da saúde como direito institucional. Todas as ações são exequíveis dentro da estrutura atual, sem criação de novos cargos ou gratificações, mediante reorganização de fluxos, fortalecimento de parcerias internas e captação de recursos externos.
A política de cotas na Universidade Estadual de Londrina não é uma iniciativa recente nem vinculada a uma gestão específica, mas sim uma política pública estruturada, construída ao longo de décadas, fundamentada em legislação federal, estadual e normativas institucionais aprovadas pelos órgãos colegiados superiores da universidade.
A própria Resolução CEPE nº 032/2025, que regulamenta o Vestibular 2026, explicita já em seu preâmbulo que o processo seletivo da UEL está fundamentado em um conjunto de dispositivos legais e institucionais, incluindo: a Lei Federal nº 9.394/1996 (LDB); normas internas da UEL previstas no Estatuto e Regimento Geral; resoluções do Conselho Universitário; legislações estaduais específicas que tratam de inclusão e acesso.
No âmbito estadual, destaca-se a Lei Estadual nº 13.134/2001, posteriormente modificada pela Lei nº 14.995/2006, que instituiu a reserva de vagas suplementares para estudantes indígenas nas universidades estaduais do Paraná, evidenciando que a política de inclusão no ensino superior paranaense tem mais de duas décadas de existência.
Dessa forma, a política de cotas na UEL deve ser compreendida como uma política pública consolidada, juridicamente fundamentada e historicamente construída, cuja continuidade e aperfeiçoamento não dependem de uma gestão específica, mas sim do compromisso institucional com uma universidade pública, inclusiva e socialmente referenciada.
A política de cotas na UEL deve ser compreendida dentro de três dimensões fundamentais: legal-institucional, social e estratégica.
2.1. Legal-Institucional: A UEL opera com um modelo misto de inclusão, que combina diferentes critérios (Sistema universal, Escola pública, Negro de escola pública, Negro independente do percurso, Pessoas com deficiência). A política não elimina o mérito, ela reorganiza o ponto de partida.
2.2. Justificativa Técnica e Social: Sustenta-se na correção de desigualdades estruturais (ensino público x privado, desigualdade racial histórica) e diversidade acadêmica (amplia repertório social e cultural e melhora a formação crítica e cidadã).
2.3. Alinhamento Estratégico: A UEL tem como finalidade promover justiça social, formar cidadãos críticos e atuar na transformação da sociedade.
2.4. Estruturas Institucionais Relacionadas:
Pontos fortes: Base legal sólida; Modelo de cotas amplo e inclusivo; Estruturas institucionais já existentes; Diversificação das formas de acesso.
Fragilidades identificadas: Permanência estudantil insuficiente; Apoio socioeconômico limitado; Estrutura de acolhimento desigual; Falta de integração entre políticas (SEBEC, NAC, CUIA); Ausência de dados consolidados de permanência; Baixa integração entre acesso e permanência.
A evasão na UEL não é apenas econômica ou acadêmica, ela é multidimensional e fortemente mediada pela saúde mental. O combate à evasão estudantil é estratégico, pois impacta diretamente a eficiência acadêmica, a responsabilidade social e o uso adequado dos recursos públicos.
Necessidade de trabalhar / dificuldades financeiras (até 51% dos estudantes). A permanência está condicionada à renda.
Falta de identificação com o curso, deficiência de base e dificuldade de compreensão. Fragilidade na escolha e déficit formativo prévio.
Estresse, ansiedade, sobrecarga psíquica. Fator transversal que potencializa TODAS as demais causas de evasão.
Dificuldade de conciliar emprego e curso, baixa relação entre disciplinas e dificuldades de relacionamento.
As propostas têm como objetivo principal qualificar, consolidar e proteger a política de cotas como política institucional permanente.
As políticas afirmativas na UEL não são concessões, nem bandeiras de gestão — são compromissos institucionais com a justiça social, a qualidade acadêmica e o futuro da universidade pública. Garantir o acesso é apenas o primeiro passo; o verdadeiro compromisso é assegurar que cada estudante que entra tenha condições reais de permanecer, se desenvolver e se formar. O desafio está posto: não basta abrir as portas — é preciso cuidar de quem entra e garantir que chegue até o final. "Política de cotas responsável não termina no acesso, ela se completa quando transforma oportunidade em permanência e formação de qualidade."
A Universidade Estadual de Londrina se sustenta na indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão — princípio estruturante definido no Estatuto institucional — e essa missão só se concretiza com uma base técnico-administrativa qualificada, valorizada e estruturada. Os servidores técnicos não são suporte: são parte estratégica da entrega institucional. Sem uma carreira estruturada: não há eficiência administrativa, não há inovação de processos, não há sustentação da atividade acadêmica.
A última reestruturação relevante da carreira (Lei Estadual nº 21.583/2023) excluiu, na prática, os agentes universitários operacionais de mecanismos efetivos de progressão e valorização, aprofundando desigualdades internas. Na realidade da UEL, isso se agrava pela sobrecarga de trabalho, redução do quadro e complexidade das demandas administrativas. A defesa dos agentes operacionais não pode ser tratada como demanda corporativa isolada, mas como tema de governança institucional.
Valorização real da carreira; Equidade entre funções; Desenvolvimento profissional contínuo; Gestão por competências; Desburocratização e eficiência; Cuidado com a saúde institucional. Alinhado à diretriz: "Não há excelência acadêmica sem valorização das pessoas".
Institucionalização do Plano Permanente de Capacitação; Reserva orçamentária via CA; Formação em gestão pública e transformação digital.
Liderar ampliação do adicional de titulação; revisão de classes; defesa do retorno do TIDE técnico; política de reconhecimento de competências.
Plano plurianual de recomposição; defesa da revisão da LGU; redução progressiva da precarização; frente conjunta com IEES do Paraná.
Programa institucional de saúde do trabalhador (mental, ergonomia, prevenção); requalificação dos ambientes; integração com SEBEC.
Reativação do Banco de Talentos; realocação inteligente para reduzir sobrecarga, promover eficiência e valorizar indivíduos.
Digitalização e revisão de fluxos administrativos; uso estratégico de tecnologia (incluindo Inteligência Artificial) para desburocratização.
A implementação exige articulação institucional: PRORH reposicionada como PROGEP (gestão estratégica); Integração com PROPLAN (planejamento e orçamento); Deliberação pelo Conselho de Administração; Aprovação estrutural pelo Conselho Universitário, quando necessário.
| Nº | Proposta | Objetivo Estratégico | Instrumento Institucional |
|---|---|---|---|
| 1 | Institucionalização de Grupo de Trabalho Permanente da Carreira Técnica | Produzir diagnóstico contínuo sobre a carreira | Ato da Reitoria + CA |
| 2 | Mapeamento institucional de desvio de função | Reduzir riscos jurídicos e reorganizar força de trabalho | PRORH + CA |
| 3 | Regulamentação das atribuições dos agentes operacionais | Garantir segurança jurídica e clareza funcional | Resolução CA |
| 4 | Programa de requalificação e reconversão funcional | Permitir evolução profissional | PRORH |
| 5 | Política de valorização do trabalho operacional | Melhorar reconhecimento institucional | Diretrizes CA |
| 6 | Banco institucional de competências | Otimizar alocação de servidores | ATI + PRORH |
| 7 | Plano de redução de passivos trabalhistas | Evitar judicialização | Procuradoria Jurídica + CA |
| 8 | Documento técnico para revisão da carreira no Estado | Incidir politicamente na LGU | CA + CU |
| 9 | Articulação com IEES do Paraná | Fortalecer pauta coletiva | Reitoria + SETI |
| 10 | Inserção da pauta no Conselho Universitário | Institucionalizar a demanda | CU |
| 11 | Política de capacitação contínua | Qualificar serviços | PRORH |
| 12 | Melhoria das condições de trabalho | Reduzir adoecimento | PROPLAN + PCU |
| 13 | Programa Institucional de Internacionalização da Carreira Técnica | Democratizar a internacionalização, qualificar servidores e incorporar boas práticas globais à gestão universitária | ARI + PRORH (sem criação de novos cargos) |
A Universidade Estadual de Londrina pode contar com mais um aliado no fortalecimento e articulação das políticas de direitos humanos e ações afirmativas. O Ato Executivo 048/2025 instituiu o Comitê de Direitos Humanos e Ações Afirmativas da UEL (CDHAA), que começará a atuar fazendo o mapeamento das ações já existentes. Mas a proposta do plano de gestão da Chapa 1 vai além: propomos a criação de uma Coordenadoria e não apenas de um comitê. Entenda a diferença estratégica.
É um órgão administrativo/executivo da estrutura da Reitoria. Integra a estrutura organizacional formal, possui atribuições permanentes, chefia definida, atua com execução direta de políticas institucionais e é normalmente vinculada à Reitoria ou Pró-Reitorias (ex: COPS, Coordenadoria de Comunicação). Tem Alto impacto institucional.
É um órgão de apoio, assessoramento ou consultivo. Não é estrutura administrativa central, atua como instância técnica (permanente ou temporária) de composição colegiada. Não executa diretamente políticas — apenas orienta, avalia ou delibera tecnicamente (ex: Comitê de Ética em Pesquisa). Tem Médio impacto executivo.
Não existe hierarquia direta, mas existe diferença de peso institucional. A Coordenadoria tem maior peso administrativo e atua na execução da gestão, impactando diretamente processos e orçamentos. Criar um comitê é uma estratégia de baixo custo, usada quando não se quer criar estrutura nova ou fazer distribuição orçamentária. Já criar uma Coordenadoria é o caminho ideal para quando a ação precisa de execução contínua, exige gestão, orçamento, equipe e o tema é uma prioridade institucional de fato.
Sim, é perfeitamente possível e legal! Pelo marco legal da UEL, a universidade possui autonomia administrativa (Estatuto, Art. 1º) para criar ou modificar órgãos. O trâmite exige proposição formal, análise de viabilidade orçamentária no Conselho de Administração (CA) e aprovação final pelo Conselho Universitário (CU).
A criação de uma Pró-Reitoria altera drasticamente o modelo organizacional. Exige mudança normativa (Regimento/Estatuto), aprovação com maioria política nos conselhos, e tem alto impacto orçamentário (novo Pró-Reitor, equipe técnica, funções gratificadas). Diante do contexto da LGU (Lei Geral das Universidades), que limitou quadros de servidores e pressionou orçamentos, há forte resistência institucional e governamental para esse tipo de expansão estrutural no momento.
A criação do atual Comitê (CDHAA) via Ato Executivo foi uma solução rápida da atual gestão, que não alterou a estrutura da universidade nem exigiu aprovação do CU. No entanto, criar algo sem dar poder de decisão estrutural e orçamento limita profundamente qualquer ação real. A função do comitê ficou restrita a mapear, articular e propor — o que é típico de uma instância apenas consultiva, não executiva. Não enfrentou o problema de frente como uma prioridade orçamentária da gestão.
A Chapa 1 — Nossa Casa UEL escolheu o caminho da responsabilidade e da efetividade. Não apresentamos uma proposta frágil, limitada a um comitê sem capacidade executiva, nem vendemos uma solução irreal como a criação de uma Pró-Reitoria sem base legal ou viabilidade política frente à LGU.
Propomos a criação de uma Coordenadoria de Direitos Humanos, Diversidade e Políticas Afirmativas porque ela é institucionalmente viável, juridicamente adequada e, sobretudo, capaz de entregar resultados concretos, integrando os núcleos já existentes. É assim que se faz gestão séria: com propostas que saem do papel, respeitam a estrutura da Universidade e produzem transformação real na vida de quem precisa e estuda na UEL.
A sustentabilidade, como eixo transversal de gestão, posiciona a UEL como um ecossistema modelo onde a conservação de seus 235 hectares e a valorização de sua rica biodiversidade tornam-se pilares formativos. Ao gerir um território cujos serviços ecossistêmicos beneficiam as comunidades interna e externa, a universidade reafirma seu compromisso com o equilíbrio ambiental e com a consolidação de uma consciência transformadora. Essa vivência no campus reverbera diretamente nas futuras carreiras e comunidades das lideranças profissionais aqui formadas, cumprindo a missão institucional de valorizar a vida e promover um impacto socioambiental positivo e duradouro.
Para consolidar a sustentabilidade como eixo transversal de gestão, atuaremos de forma organizada e estratégica em seis frentes prioritárias, articuladas por meio de uma Coordenadoria de Sustentabilidade:
Estabelecer um Protocolo Institucional de Manejo e Convivência com a Fauna Silvestre, integrando fluxos de atendimento e responsabilidade a ações transversais de educação e comunicação, mediante a padronização da sinalização ambiental, campanhas educativas e consolidação de canais oficiais.
Incentivar projetos interdisciplinares para ensino, pesquisa e inovação em conservação da biodiversidade, utilizando dados e áreas do campus, com editais internos e apoio institucional.
Estimular os colegiados em abordagens pedagógicas e curriculares que capacitem os alunos a enfrentarem os desafios globais da sustentabilidade.
Revisão de normativas, adequação da infraestrutura de armazenamento e qualificação de contratos, assegurando a orientação e capacitação contínua das equipes em todos os Centros de Estudos.
Difundir e disponibilizar o guia "Sustentabilidade em Eventos: Guia prático de ações sustentáveis em eventos acadêmicos na UEL".
Desenvolvimento do plano de mobilidade urbana e sustentável do campus universitário, abrangendo também o entorno do HU.
Instituir uma Linha Circular Interna (transporte interno gratuito) com ônibus 100% elétrico que integrará a frota da Universidade e melhorar o sistema de ciclovia do campus.
Estabelecer parâmetros técnicos e requisitos de desempenho ambiental obrigatórios para orientar práticas sustentáveis na aprovação de projetos de novas edificações e reformas.
Integrar um maior número de critérios ambientais e sociais nas decisões de compra e contratação de serviços da universidade.
Assumir uma Política Institucional Transversal de Sustentabilidade é afirmar que a UEL tem projeto, direção, responsabilidade e cuidado em relação ao meio ambiente, transformando o campus em um espaço de vivência exemplar que molda a consciência socioambiental das futuras gerações de profissionais.
Acompanhe os momentos da nossa campanha pela UEL.





